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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Artigo: Crack, o passaporte para a morte

Constantemente vemos matérias nos jornais com as seguintes manchetes: "Mãe lamenta a perda do seu filho para o crack"; "Viciado em crack mata namorada"; "Mãe acorrenta filho viciado em crack"; "Viciado em crack assalta lotérica em plena luz do dia"; "Viciado em crack pratica suicídio", etc.

Essa é a triste realidade da pessoa que mergulha no mundo do crack.
O surgimento dessa droga se deu no início da década de 80, sendo ela o resultado da mistura de cocaína (aproximadamente 50%) com outros produtos extremamente nocivos à saúde, tais como, ácido sulfúrico, querosene, gasolina ou solvente e cal virgem, que, ao serem processados, formam uma pasta endurecida homogênea, branca-caramelizada. O usuário faz o consumo através da incineração e inalação da fumaça.
Aproximadamente sete vezes mais forte que a cocaína, logicamente que sua crueldade também é bem superior à cocaína.
 Seus efeitos são a depressão, inquietação, euforia e ansiedade, sendo que a droga chega ao cérebro rapidamente (cerca de 15 segundos), durando aproximadamente  05 (cinco) minutos.
O "craquento” ou “crackudo", expressões utilizadas de forma pejorativa ao usuário de crack, em razão do consumo da droga, tem sua saúde debilitada rapidamente, podendo sofrer infarto, hipertensão, AVC, câncer na garganta, parada respiratória e cardíaca, perder sua dentição (em razão do ácido sulfúrico), perda substancial de peso, bem como outras consequências avassaladoras.
Em razão da ação contundente das substâncias sobre o organismo e da intensa sensação de prazer, o usuário é rapidamente “escravizado”.
Ocorre que em pouco tempo o prazer dá lugar ao sofrimento, na medida em que o uso do crack precisa ser contínuo para saciar a dependência física. O viciado sente fadiga, perde o apetite e fica depressivo.
Os "abre-alas" do crack são o álcool, maconha e cocaína. Esse, em regra, é o “itinerário” pelo qual passa o viciado.
No início dos anos 90, visando atingir o atual índice, os traficantes elaboraram e executaram o plano de diminuir do mercado a oferta de maconha e cocaína para "apresentar" a nova droga.
Vendida em pequenas pedras, o crack é mais lucrativo que as outras drogas.
Relatos dos viciados nessa droga nos dão conta de que, no momento em que se passa a fumar crack, a vida vira um inferno, dando a sensação de que a droga está matando lentamente.
 A pessoa perde a família, os amigos, o emprego, chegando no fundo do poço, no inferno.
A pessoa se torna um "zumbi", vivendo diuturnamente em função da droga.
Para poder adquiri-la, o viciado geralmente apela para a prática de crimes como furtos e roubos. Em outras palavras, se utiliza de qualquer meio para sustentar o vício.
Além disso, ocorre o mais grave. O tráfico do crack está diretamente relacionado com os altos índices de homicídios registrados nas grandes cidades. O crime ocorre quando o usuário já não consegue mais pagar a dívida que vai se acumulando. A disputa por pontos de vendas também geram confrontos armados entre quadrilhas que, em geral, produzem resultado fatal.
A trajetória de infrações penais praticadas pelo viciado em crack é sempre a mesma, qual seja, ele começa a se desfazer de objetos da sua própria casa, vendendo ou trocando pela droga; posteriormente, começa a praticar furtos na cidade; depois, roubos; chegando a homicídios e latrocínios.
Ao usuário, basta sair na rua que dá vontade de usá-la.
Esta droga arruína a vida das famílias que convivem com usuários, aumenta a criminalidade onde ela é consumida, matando mais do que todas as outras drogas juntas.
Já na primeira experiência o usuário pode se viciar, sendo que seus efeitos podem ser sintetizados em duas palavras: sofrimento e morte.
O sofrimento é o dia-a-dia de um usuário e a morte é seu futuro próximo.
Resumindo, a vida do craquento é curta.
O viciado em crack perde o controle de tudo, considerando sua vida apenas um detalhe.
Para se ter uma ideia, o traficante, sabendo dos efeitos do crack, dificilmente faz uso dessa droga, fato não ocorrendo com outros tipos de drogas, a exemplo do álcool, maconha e cocaína.
O tratamento dos viciados em crack é extremamente difícil, havendo muitas recaídas, afinal, via de regra, o viciado nesta droga também é viciado em outras menos lesivas.
O fator decisivo na recuperação é a participação da família do viciado nesse doloroso processo de tratamento. Contudo, o problema é que muitas vezes o viciado em crack é indesejável dentro da própria família.
Em razão do apresentado, vai um alerta à sociedade de Jataí e de Goiás: delatem para os poderes constituídos, sobretudo para a Polícia Civil e Militar, o tráfico de drogas na cidade.
O delator não precisa se identificar.
As Polícias não têm uma bola de cristal para visualizar onde o tráfico está ocorrendo, sendo extremamente importante a participação da sociedade no combate a esse comércio que está acabando com uma parcela considerável da juventude das cidades.
Por meio do crack, a morte é vendida.
Há uma característica comum entre os craquentos: o desespero.
Por fim, para terminar, cito uma frase que se encaixa perfeitamente no tema em questão, qual seja, “um grama de prevenção vale mais do que um quilo de cura".

Fonte/ www.liberalonline.com.br
Adaptações/Saulo Prado

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