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sábado, 28 de abril de 2012

Presos autores do assassinato da Advogada Michelle Muniz filha do deputado estadual Luiz Carlos do Carmo

Três suspeitos de participação na morte da advogada Michelle Muniz do Carmo, 30 anos, filha do deputado estadual Luiz Carlos do Carmo foram apresentados na manhã desta sexta-feira (27/4) na Secretaria de Segurança Pública e Justiça (SSPJ). Foram presos durante a semana Diogo Souza Pinheiro, 21 anos, Jhonatan Rosa de Souza (conhecido como “Dionim”), 20 anos, e Wesley Veríssimo dos Santos, 20 anos. Também é suspeito de participar da quadrilha o cabo do Exército Luan Henrique da Silva Neto, 20 anos, que está detido no quartel da Brigada de Operações Especiais do Exército.

Para a delegada titular da Delegacia de Investigações de Homicídios (DIH), Adriana Ribeiro, não há dúvidas de que Michelle foi vítima de latrocínio (roubo seguido de morte). O crime aconteceu na madrugada de sábado (21/4) na Avenida T-63, no Setor Nova Suíça, em frente a uma distribuidora de bebidas. Michelle havia parado o carro que dirigia, um Honda Civic branco, para comprar bebidas. Quando estava na porta da distribuidora, a advogada foi abordada por “Dionim”.
Quando percebeu que outro rapaz havia entrado no carro, a advogada correu em direção ao veículo. “No ímpeto, ela disse: ‘olha, vocês não vão entrar no meu carro. Se vocês levarem, vão me levar junto’”, diz a delegada Adriana. Michelle teria, então, lutado com Dionim dentro do carro. Ele atirou contra ela, que morreu no local. Para Adriana Ribeiro, a reação de Michelle foi decisiva para o crime. “A reação da vítima, em crimes de assalto, compromete a segurança dela. Se ela não tivesse reagido, acredito que ainda estaria viva”, completa.
  
 Investigação

Segundo Adriana Ribeiro, os presos fazem parte de uma quadrilha de assaltantes e traficantes que age no Parque Santa Cruz e no Parque Flamboyant. Os veículos seriam encomendados por quadrilhas que agem dentro da Penitenciária Odenir Guimarães, o antigo Cepaigo. “Os presos entram em contato com as quadrilhas e encomendam caminhonetes e carros específicos. Os receptadores trocam os veículos por drogas ou vendem nas fronteiras”, conta a delegada.
A Polícia Civil identificou seis participantes da quadrilha da qual Michelle foi vítima. Além dos quatro já presos, os policiais ainda procuram por Jhonathan de Oliveira Costa, o “Cintião”, de 21 anos. Na noite do crime, segundo a Polícia Civil, ele dirigia o GM Celta branco que transportava o grupo e que foi emprestado pelo cabo do Exército Luan Henrique. “Tenho certeza que nas próximas horas devemos prendê-lo”, contou a delegada. Segundo Adriana Ribeiro, todos os presos ouvidos confessaram o crime.
A arma do crime também foi recuperada pelos policiais. Ela estava com Michel Castro de Jesus, 21 anos, que a entregou voluntariamente para a polícia. Ele contou aos policiais que emprestou o revólver para Wesley, que cedeu a arma para Dionim e, depois do assassinato, a devolveu para Michel. Como cooperou com as investigações, Michel deve responder pela participação no crime em liberdade. Os presos serão indiciados pelo crime de latrocínio, cuja pena varia de 20 a 30 anos. Dionim, Diogo e Wesley foram levados para a carceragem das delegacias especializadas na Cidade Jardim, em Goiânia.
No início das investigações, a Polícia Civil chegou a levantar as hipóteses de crime passional e homicídio. “Tudo é investigado para não ter nenhuma sombra de dúvida do que aconteceu. Nós temos a certeza de que foi o crime de latrocínio”, completou.
Operação
Dos quatro presos, um foi detido pela Polícia Militar e o restante por policiais da DIH, auxiliados por agentes da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (Derfrva) e da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc).
O desconforto gerado entre Polícia Militar e Civil foi minimizado pelo secretário de Segurança Pública, João Furtado. “Foi uma competição saudável. As duas polícias queriam prender primeiro os bandidos. Foi isso o que aconteceu”, disse o secretário. Ele estava acompanhado da delegada-geral da Polícia Civil, Adriana Accorsi, e do comandante do Policiamento da Capital, tenente-coronel Márcio Queiroz.
Questionado se houve mais empenho dos policiais na solução do crime porque Michelle era filha do deputado Luiz Carlos do Carmo, João Furtado disse que “não houve diferenciação. Nosso dever é agir bem em relação a qualquer cidadão que for vítima de violência”. Desde janeiro de 2011, segundo o secretário, todos os casos registrados na Grande Goiânia de latrocínio foram solucionados.

Fonte/: Larissa Lessa – Site A Redação
Foto: André Saddi

Um comentário:

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